A "obra" não faz nenhum sentido!
Em junho de 2024, o ex-prefeito Wladimir Garotinho,
lançou o projeto “Parque Ecológico da Cidade”.
À época, o ex-chefe do executivo municipal informou que o
Parque teria uma área de cerca de 320.000m², com uma minifloresta com 100 mil
metros quadrados de espécie da Mata Atlântica.
Seria construído por etapas e, ao seu final contaria com
lago; viveiro; área esportiva; quadra poliesportiva; quadra de areia; pista de
skate; pista de bicicross ou BMX; playground infantil; posto de Guarda
Municipal; posto de Polícia Florestal; centro administrativo; estacionamento
multiuso; módulos de banheiros; espaço gastronômico e cinturão viário interno.
O cronograma, com as várias etapas e datas de suas
entregas, não foi informado.
No dia 15 de março deste ano, o ex-prefeito inaugurou o
que ele chamou de “Segunda etapa do Parque Ecológico.”
Segundo o subsecretário de Urbanismo, Cláudio Valadares, a
segunda etapa é composta por pavimentação e acessos integrados à Avenida Arthur
Bernardes, bem como calçadas externas, instalação das grades de fechamento
frontal e implantação de área gramada.
As fotos abaixo, reproduzem o que significa, na prática, o
que foi informado pelo subsecretário de Urbanismo, decorridos quase dois anos
do início das obras.
Desde a inauguração da “segunda etapa do Parque
Ecológico”, Guardas Municipais ali são mantidos em tempo integral. A
finalidade, é não permitir que o local sofra algum tipo de vandalismo, imagino.
Não fosse esta aberração, estariam prestando serviços mais relevantes: auxiliando
no trânsito e na segurança.
Mesmo em se tratando de uma parceria público-privada, um
município com sérios problemas nas áreas de Saúde e Infraestrutura, por
exemplo, não pode se dar ao luxo de despender recursos e tempo em obras
megalomaníacas e desnecessária como esta.
Resta acompanhar como o novo prefeito, empossado no dia
02 de abril, irá administrar esta herança recebida de seu antecessor.
Gerson Tavares de
Nader




